Psicóloga Célia Cristina Cappucci Maia Negrão Caldas
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50 a 60min
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consulta
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Adultos
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Idosos
Célia Cappucci
Psicóloga Célia Cristina Cappucci Maia Negrão Caldas
Psicóloga
CRP 06/44622
São Paulo
Ansiedade
Autoestima
Conflitos Familiares
Depressão
Desenvolvimento Pessoal
Estresse
Idosos e Terceira Idade
Morte e Luto
Orientação Psicológica
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Suicídio
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Fenomenologia
Humanista
Psicologia baseada em Sartre
Psicologia Organizacional e do Trabalho
Psicoterapia Breve
Psicoterapia Existencialista
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FORMAÇÃO E CURSOS

A psicóloga Célia Cappucci é mestre em Educação pela USP.  Formada em Psicologia há 27 anos pela Universidade Metodista São Paulo, tem especialização na área da Saúde do Trabalhador (CEREST – Secretaria da Saúde do Estado de SP) e especialização (em andamento) em Psicologia Clínica na Perspectiva Fenomenológico-Existencial pelo IFEN – RJ. Possui vasta formação e experiência nas áreas da Educação e na Psicologia.

Tem se dedicado a compreender as melhores estratégias de ajuda às pessoas, no sentido de experimentarem sua própria existência.

Além do foco em processos de adoecimentos relacionados ao trabalho, todas as dimensões da subjetividade ocupam atenção e cuidado. Estilos de vida, relações sociais nos diversos espaços, o equilíbrio entre busca da liberdade e a interdependência, sofrimentos mentais advindos de histórias de vida e dos mais diversos processos, nos exige autoconhecimento e capacidade de adaptação e/ou superação.

É preciso construir  a capacidade de aceitar a liberdade com responsabilidade, para realizar escolhas que sigam na direção da construção de seu próprio projeto de existência.

A profissional orienta sua prática pela abordagem da Psicoterapia Fenomenológico Existencial, cujo objetivo é a busca da autonomia psicológica da pessoa atendida através de um processo de  conscientização,  percepção dos valores e sentimentos sobre as experiências vividas.

SOBRE MIM

Olá, tudo bem? É um grande prazer te receber aqui! 

Fazer terapia exige uma entrega. Sua forma de expressão no mundo deve ser acolhida com muito respeito e  empatia. O laço de confiança é o que nos permite a conexão mais verdadeira possibilitando que o processo terapêutico flua. Neste sentido, peço a permissão para me apresentar a você, e  assim darmos um passo nesta direção.

Nasci em São Paulo e tive uma infância, que apesar dos poucos recursos, era muito rica em aprendizados. Vivia pelas ruas de pés no chão pisando em poças d’água, a perseguir vagalumes. Escorregava por montanhas de barro em terrenos acidentados, em que se projetavam casas. Fazia da bicicleta virada do avesso um carrinho de algodão doce. Acampava nos quintais vizinhos com cabos de vassoura e lençóis, e esperava a tarde cair ao som dos grilos e dos sapos.

O contato com a natureza, as fantasias, as brincadeiras em grupo e a vida livre, sempre foram uma inspiração. Muitos sonhos me acompanhavam na mochila em viagens de trem e nas paisagens projetadas nas janelas por entre as cidades.

Elas refletiam meus desejos de correr o planeta, estudar sobre as coisas da vida seus sentidos (ou não), compreender sobre formas de ser e de como as relações se constroem, entender as dores do mundo, as várias formas de amor, enfim, ser uma pesquisadora de assuntos filosóficos e subjetivos…

Muita coisa mudaria, mas permanecia em mim, o gosto pela liberdade, o desejo de conhecer mais sobre as coisas do mundo, e sobre nós, seres-no-mundo. E assim, o encontro com a psicologia, seria, desde muito cedo, uma paixão inevitável.

Ao longo de minha trajetória, ensinei analfabetos a lerem, e ao fazer isso, li seus poemas escritos, conheci suas histórias, produzimos tantas outras juntos. Também desenhei projetos, planejei aulas, compartilhei descobertas, ensinei e aprendi sobre direitos sociais, portanto humanos, acompanhei ações de ativistas e participei de muitas.  

Acompanhei quem adoecia de tanto trabalhar, a ponto de não se aperceber das fronteiras. E auxiliei em sua tarefa mais exigente, a de descobrir um lugar para o trabalho e o lugar para o sonho. Vi mulheres fragilizadas por tantos descaminhos, violências e sujeições, e o reencontro consigo mesma retomando a força para seguirem inteiras como protagonistas.

Aprendi que o sofrimento mental tem múltiplas explicações, e sentidos, e que quem melhor pode decifrá-los é a própria pessoa que sofre. E por mais vasta as experiências vividas, a única certeza: a de que somos seres inacabados, e estamos sempre a aprender.

Os momentos mais dolorosos, são justamente aqueles em que paradoxalmente somos chamados a nos re-significar. Nosso maior desafio é o de como faremos para mergulhar neste universo ímpar, e compreender que uma das mais belas obras da existência humana é a busca por conhecer-se. 

Descobrir-se para melhor escolher, escolher novos caminhos para modificar-se; Transformar-se para libertar-se.

Fica aqui meu convite para esta viagem em direção a um maior equilíbrio emocional e melhora na qualidade de vida.

Estou disponível para atender você e esclarecer qualquer dúvida

Psicóloga Célia Cappucci
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A psicóloga Célia Cappucci é mestre em Educação pela USP.  Formada em Psicologia há 27 anos pela Universidade Metodista São Paulo, tem especialização na área da Saúde do Trabalhador (CEREST – Secretaria da Saúde do Estado de SP) e especialização (em andamento) em Psicologia Clínica na Perspectiva Fenomenológico-Existencial pelo IFEN – RJ. Possui vasta formação e experiência nas áreas da Educação e na Psicologia.

Tem se dedicado a compreender as melhores estratégias de ajuda às pessoas, no sentido de experimentarem sua própria existência.

Além do foco em processos de adoecimentos relacionados ao trabalho, todas as dimensões da subjetividade ocupam atenção e cuidado. Estilos de vida, relações sociais nos diversos espaços, o equilíbrio entre busca da liberdade e a interdependência, sofrimentos mentais advindos de histórias de vida e dos mais diversos processos, nos exige autoconhecimento e capacidade de adaptação e/ou superação.

É preciso construir  a capacidade de aceitar a liberdade com responsabilidade, para realizar escolhas que sigam na direção da construção de seu próprio projeto de existência.

A profissional orienta sua prática pela abordagem da Psicoterapia Fenomenológico Existencial, cujo objetivo é a busca da autonomia psicológica da pessoa atendida através de um processo de  conscientização,  percepção dos valores e sentimentos sobre as experiências vividas.

SOBRE MIM

Olá, tudo bem? É um grande prazer te receber aqui! 

Fazer terapia exige uma entrega. Sua forma de expressão no mundo deve ser acolhida com muito respeito e  empatia. O laço de confiança é o que nos permite a conexão mais verdadeira possibilitando que o processo terapêutico flua. Neste sentido, peço a permissão para me apresentar a você, e  assim darmos um passo nesta direção.

Nasci em São Paulo e tive uma infância, que apesar dos poucos recursos, era muito rica em aprendizados. Vivia pelas ruas de pés no chão pisando em poças d’água, a perseguir vagalumes. Escorregava por montanhas de barro em terrenos acidentados, em que se projetavam casas. Fazia da bicicleta virada do avesso um carrinho de algodão doce. Acampava nos quintais vizinhos com cabos de vassoura e lençóis, e esperava a tarde cair ao som dos grilos e dos sapos.

O contato com a natureza, as fantasias, as brincadeiras em grupo e a vida livre, sempre foram uma inspiração. Muitos sonhos me acompanhavam na mochila em viagens de trem e nas paisagens projetadas nas janelas por entre as cidades.

Elas refletiam meus desejos de correr o planeta, estudar sobre as coisas da vida seus sentidos (ou não), compreender sobre formas de ser e de como as relações se constroem, entender as dores do mundo, as várias formas de amor, enfim, ser uma pesquisadora de assuntos filosóficos e subjetivos…

Muita coisa mudaria, mas permanecia em mim, o gosto pela liberdade, o desejo de conhecer mais sobre as coisas do mundo, e sobre nós, seres-no-mundo. E assim, o encontro com a psicologia, seria, desde muito cedo, uma paixão inevitável.

Ao longo de minha trajetória, ensinei analfabetos a lerem, e ao fazer isso, li seus poemas escritos, conheci suas histórias, produzimos tantas outras juntos. Também desenhei projetos, planejei aulas, compartilhei descobertas, ensinei e aprendi sobre direitos sociais, portanto humanos, acompanhei ações de ativistas e participei de muitas.  

Acompanhei quem adoecia de tanto trabalhar, a ponto de não se aperceber das fronteiras. E auxiliei em sua tarefa mais exigente, a de descobrir um lugar para o trabalho e o lugar para o sonho. Vi mulheres fragilizadas por tantos descaminhos, violências e sujeições, e o reencontro consigo mesma retomando a força para seguirem inteiras como protagonistas.

Aprendi que o sofrimento mental tem múltiplas explicações, e sentidos, e que quem melhor pode decifrá-los é a própria pessoa que sofre. E por mais vasta as experiências vividas, a única certeza: a de que somos seres inacabados, e estamos sempre a aprender.

Os momentos mais dolorosos, são justamente aqueles em que paradoxalmente somos chamados a nos re-significar. Nosso maior desafio é o de como faremos para mergulhar neste universo ímpar, e compreender que uma das mais belas obras da existência humana é a busca por conhecer-se. 

Descobrir-se para melhor escolher, escolher novos caminhos para modificar-se; Transformar-se para libertar-se.

Fica aqui meu convite para esta viagem em direção a um maior equilíbrio emocional e melhora na qualidade de vida.

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