
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
O Existencialismo na psicologia foca na liberdade, responsabilidade e busca de sentido do indivíduo diante da existência. Ele aborda temas como a finitude, a solidão, a escolha e a angústia inerente à condição humana. É indicada para quem lida com crises existenciais, busca propósito, enfrenta lutos, perdas, ou deseja uma compreensão mais profunda de sua liberdade e responsabilidade.
Algumas dores não cabem em diagnóstico — são o preço de estar vivo e acordado. A terapia existencial é a linha que trabalha exatamente essa camada.
Menos técnica de prateleira, mais presença e pergunta certa: o profissional acompanha o exame honesto da sua existência — escolhas, evitações, valores em conflito — sem reduzir a sua questão a um sintoma a extinguir. O objetivo não é anestesiar a angústia: é transformá-la em bússola.
São parentes próximos: o campo humanista é o guarda-chuva; a terapia existencial trabalha os grandes temas da existência; a logoterapia, de Viktor Frankl, é a vertente focada especificamente no sentido. Os perfis indicam a linha de cada profissional — e a plataforma tem as três.
A psicoterapia existencial é uma forma de psicoterapia baseada no modelo da natureza humana e na experiência desenvolvida pela tradição existencial da filosofia européia.
O existencialismo se concentra em conceitos universalmente aplicáveis à existência humana, incluindo morte, liberdade, responsabilidade e significado da vida.
As consultas em Terapia Existencial são um convite à reflexão profunda sobre a vida, a morte, a liberdade, a responsabilidade, a solidão e o sentido. O terapeuta não oferece respostas prontas, mas ajuda o paciente a explorar suas próprias questões existenciais e a encontrar suas próprias respostas. O foco é na experiência subjetiva do paciente.
O diálogo terapêutico é um espaço de autenticidade onde o paciente pode confrontar suas angústias e medos existenciais. O terapeuta ajuda a pessoa a assumir a responsabilidade por suas escolhas e a encontrar um sentido pessoal em sua existência, mesmo diante da incerteza e da finitude. A relação terapêutica é de encontro e presença.
A Terapia Existencial ajuda a pessoa a lidar com a ansiedade da liberdade, a aceitar a finitude, a construir um sentido para sua vida e a viver de forma mais autêntica. Ela promove a coragem de ser, a resiliência e a capacidade de encontrar significado mesmo em situações difíceis. É um caminho para a autodescoberta e a apropriação da própria vida.
Pergunta central — e é avaliação, não adivinhação: há angústia existencial legítima, há quadros clínicos que pedem tratamento próprio, e há os dois juntos. O terapeuta existencial distingue as camadas e, quando o caso envolve quadro clínico, integra o cuidado necessário.
O efeito costuma surpreender: o que pesa não é o tema — é carregá-lo sozinho e sem palavras. Nomeada e trabalhada, a finitude tende a virar critério (o que importa de verdade?) em vez de fantasma. Fugir é que cansa.
Serve especialmente: decisões grandes são o território existencial por excelência, porque envolvem liberdade, renúncia e sentido. O trabalho não entrega a resposta — entrega você mais inteiro diante dela.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil ao lado da agenda — o atendimento é por videochamada.
Passo a passo para fazer o agendamento rápido da sua consulta:
Se as suas perguntas são maiores que a rotina, os terapeutas existenciais da Psitto atendem por vídeo.
Veja os perfis e marque o primeiro horário pela agenda.