
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
A terapia comportamental-dialética é um tipo de psicoterapia voltada para indivíduos com alta desregulação emocional e que, por isso, oferecem risco para para os outros e/ou para si mesmos, como com a ideação suicida, por exemplo.
Na prática, ela é uma variação da terapia cognitivo-comportamental (TCC) tradicional, porém com foco nesses pacientes de alto risco. Assim, sua principal finalidade é justamente regular as emoções e impulsos extremos do indivíduo.
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A DBT nasceu para ajudar quem sente as emoções em intensidade máxima — e por isso é, antes de tudo, um treino estruturado de habilidades para viver com menos sofrimento.
As quatro frentes se encadeiam: a pessoa aprende primeiro a se observar, depois a se segurar na crise, então a regular o que sente — e, por fim, a levar tudo isso para as relações.
Entre as sessões, o paciente anota emoções intensas, impulsos e as habilidades que usou — são os diários da DBT. O registro vira o mapa da sessão seguinte: em vez de reconstruir a semana de memória, terapeuta e paciente trabalham sobre situações concretas.
Quando a desregulação emocional é o centro do sofrimento: explosões desproporcionais, impulsividade que traz prejuízo, relações intensas e instáveis, comportamentos de autoagressão. É também uma abordagem estudada no cuidado de pessoas com transtorno de personalidade borderline — sempre com avaliação individual de cada caso.
A terapia comportamental dialética, mais conhecida como DBT, é uma terapia estruturada, considerada tratamento de primeira linha para pessoas com alta desregulação emocional, comportamentos autolesivos e ideação/ tentativas de suicídio.
Seu principal objetivo é construir uma vida que vale a pena ser vivida, desenvolvendo habilidades necessárias para lidar com a desregulação emocional, assim como com problemas graves e complexos em diversas áreas da vida.
O principal objetivo da terapia comportamental dialética é ensinar o paciente a controlar seus impulsos e emoções extremas para que seja possível minimizar e estabilizar os comportamentos disfuncionais que podem colocar em risco sua vida e as dos outros.
Dessa forma, alcança-se também maior qualidade de vida, bem-estar e a confiança necessária para enfrentar de forma equilibrada as adversidades que surgirem.
A terapia comportamental dialética é indicada para indivíduos que sofrem com alguma desregulação emocional, bem como pessoas que têm comportamentos autodestrutivos, independente de qual seja o transtorno.
No entanto, podemos mencionar aqui algumas condições para as quais essa abordagem se apresenta com bastante eficácia:
A terapia cognitiva comportamental dialética, também conhecida como DBT, foca em quatro habilidades (ou componentes) para auxiliar o paciente a modificar a forma como lida com as suas emoções, sendo eles:
A maior parte da terapia comportamental dialética é realizada individualmente. Durante as sessões, o psicólogo escuta ativamente o paciente a fim de entender os problemas que o afligem para que, assim, possa propor caminhos para o equilíbrio emocional.
No entanto, além desse diálogo, nesse tipo de terapia é comum também o treinamento de habilidades em grupo. Aqui, o psicólogo propõe exercícios ao paciente para praticar em casa e na interação com os grupos sociais.
Vale dizer que, de forma geral, as sessões de terapia online são semelhantes às presenciais, com a diferença de que o paciente se encontra distante fisicamente do psicólogo, podendo estar na sua casa ou em outro país, por exemplo.
É importante saber que as sessões online acontecem por meio de plataformas populares de videochamada, como Whatsapp, Google Meet ou Zoom. No entanto, todo o processo é seguro e sigiloso, uma vez que o sistema é criptografado.
O que diferencia a DBT de outras terapias comportamentais é o fato de ela ser focada em uma hierarquia de metas, em que a estabilização dos comportamentos e pensamentos suicidas é o mais importante.
Na sequência, o objetivo passa a ser ajustar ações que possam interferir nos resultados da psicoterapia, seguido de eliminar comportamentos que afetam a qualidade de vida e, por fim, desenvolver competências que ajudem o paciente a alcançar um bem-estar geral.
Portanto, é uma abordagem terapêutica flexível que, apesar de ter sua hierarquia de metas, se ajusta conforme as necessidades de cada indivíduo.
De forma sucinta, o papel do terapeuta em DBT é ajudar o paciente a identificar, aceitar e lidar com as suas questões emocionais. Para isso, ele se utiliza da escuta ativa, das orientações e da proposta de exercícios.
Não é possível precisar a duração do tratamento com a DBT, uma vez que isso depende do paciente e da gravidade da sua condição. Entretanto, pode-se dizer que, geralmente, ele costuma durar entre 6 meses a 1 ano.
Marcar uma sessão de DBT é bem simples. Basta procurar por um psicólogo especialista nessa abordagem e agendar um horário para esclarecer suas dúvidas. Plataformas como a Psitto podem facilitar essa marcação.
Sim, além das sessões individuais, a terapia comportamental-dialética pode incluir as sessões em grupo com outras pessoas que sofram de problemas similares.
Sim. Os diários de emoções e o treino de habilidades funcionam por vídeo da mesma forma — muitos pacientes preferem preencher os registros em aplicativos ou planilhas e compartilhar na sessão. O essencial da DBT acontece na prática entre os encontros, e isso independe do formato.
Passo a passo para fazer o agendamento rápido da sua consulta:
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