
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
Disfunções sexuais são problemas que afetam o desejo, a excitação, o orgasmo ou a dor durante a atividade sexual. Podem causar sofrimento, impactar a autoestima e a qualidade dos relacionamentos. É fundamental buscar ajuda profissional.
Entre a primeira dificuldade e a busca de ajuda passam, em média, anos — preenchidos de silêncio e autocobrança. Informação de qualidade encurta esse caminho.
A clínica sexual tem uma característica animadora: boa parte dos quadros responde bem e relativamente rápido ao tratamento adequado — especialmente as disfunções de base ansiosa e relacional. O que cronifica não costuma ser o problema em si, e sim os anos de evitação e silêncio em volta dele.
O assunto adiado vira elefante na cama. A conversa funciona melhor fora do quarto e fora da hora H, em primeira pessoa (“tenho sofrido com…”, não “você me deixa…”), nomeando o desejo de resolver junto. A terapia ajuda a preparar essa conversa — e, quando o casal prefere, a tê-la em sessão.
O tratamento psicológico das disfunções é conversa, psicoeducação e tarefas graduais para casa — nada acontece fisicamente em sessão, em nenhum formato. Por vídeo, soma-se a privacidade de falar do tema mais íntimo a partir do seu espaço, sem sala de espera. Para muita gente, é o que torna o primeiro passo possível.
As disfunções sexuais referem-se às diferentes manifestações de dificuldade ou incapacidade em uma ou mais fases da resposta sexual, segundo as quais o indivíduo não vivencia a atividade sexual de maneira satisfatória. De acordo com os dados mais recentes da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), através de um estudo em 22 cidades brasileiras, 44% dos homens do país possuem disfunção erétil. Além disso, foi descoberto que 56% dos homens que sofrem com o problema afirmaram ser hipertensos, 19% diabéticos, 13% têm colesterol alto e, ainda, 12% deles são cardíacos.
Avaliação inicial cuidadosa — incluindo o encaminhamento médico quando há suspeita de componente físico —, psicoeducação sobre o ciclo da resposta sexual e um plano gradual de exercícios e mudanças, individual ou com a parceria.
Tudo por videochamada, com sigilo integral e agendamento direto pelo site.
Os quadros variam — desejo, excitação, orgasmo, dor têm apresentações próprias em cada corpo —, mas o método é o mesmo: entender o ciclo individual, tratar a ansiedade associada e reconstruir gradualmente. O plano é sempre desenhado para a SUA queixa, não para um gênero.
Ela atua no sintoma físico — e pode ser indicada pelo médico —, mas não alcança a ansiedade de desempenho, o padrão relacional e a história que participam do quadro. É por isso que os resultados mais consistentes combinam as frentes: cada uma no seu papel.
Existe — disfunções chamadas primárias, como o vaginismo e outras, têm tratamento estabelecido e bons resultados. O trabalho é gradual e respeitoso, muitas vezes em parceria com médico e fisioterapia pélvica. Não é raro, tem nome e tem caminho.
Dá — grande parte do trabalho é individual: relação com o próprio corpo, ansiedade, autoconhecimento, história. Chegar a uma futura relação com o quadro trabalhado é justamente o objetivo de muita gente que procura sozinha.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.
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