
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
Conviver com uma doença crônica é um desafio que impacta a vida em diversos aspectos: físico, emocional, social e financeiro. Medo, ansiedade, tristeza e dificuldade de adaptação são emoções comuns. É fundamental um apoio para lidar com essa realidade.
Quando a doença veio para ficar, o cuidado emocional deixa de ser luxo: vira parte do tratamento.
Fibromialgia, doenças autoimunes, dor crônica: por fora, a pessoa “parece ótima” — e é justamente isso que dói. Colegas duvidam, a família esquece, e cada explicação soa como desculpa. A terapia valida o que os outros não veem e trabalha o desgaste de viver provando que se está doente.
Fases boas alimentam a fantasia de que acabou; a crise seguinte cobra em frustração dobrada. Essa oscilação é um dos maiores desafios psicológicos da doença crônica — e tem manejo: expectativas calibradas, um plano para os dias bons e outro para os difíceis, e uma identidade que não dependa do laudo do mês.
Quem já tem agenda de consultas, exames e medicações não precisa de mais um deslocamento. No formato online, a sessão acontece de casa — inclusive nos dias de pouca energia —, e o acompanhamento psicológico se encaixa na rotina de cuidado em vez de competir com ela.
As doenças crônicas são caracterizadas basicamente por serem doenças que possuem um lento desenvolvimento e uma longa duração, muitas delas ainda não possuem uma cura. Elas são categorizadas por dois tipos: doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) e as transmissíveis.
As DCNT’s, segundo estudos divulgados pelo IBGE, representam 70% das mortes no Brasil. Esse tipo de doença está associado a idade elevada ou ao estilo de vida da pessoa, como má alimentação, estresse e sedentarismo que são aspectos que estão muito presentes na sociedade atual.
Nos perfis desta página estão os psicólogos que atendem o tema, com formação e valor à vista; o agendamento é direto pelo site. Havendo equipe médica no cuidado, o trabalho psicológico se alinha a ela.
É — e dos mais frequentes. Quem adoece muitas vezes vira o gerente da própria doença e o tranquilizador dos outros. A terapia é o espaço onde você não precisa desempenhar: pode se cansar, se queixar e se reorganizar sem plateia.
Pode. A peregrinação por diagnóstico é, ela mesma, uma fonte enorme de angústia — incerteza, exames, idas e vindas. O acompanhamento psicológico ajuda a atravessar essa fase sem esperar o nome da doença para cuidar de quem a carrega.
Primeiro, validando por dentro o que os outros diminuem por fora — é disso que a terapia cuida. Depois, com estratégia: o que explicar, a quem, com que palavras, e onde parar de gastar energia tentando convencer quem não quer entender.
Ajuda — sem substituir o tratamento médico. Técnicas psicológicas reduzem o sofrimento associado à dor, melhoram sono e humor e quebram o ciclo dor-tensão-medo que amplifica o sintoma. É trabalho reconhecido em equipes de dor crônica.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.
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