
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
Trauma é o que acontece por dentro quando algo excede a capacidade de processar — um evento único ou uma sequência deles — e a experiência fica gravada crua, pronta para doer de novo.
A boa notícia da clínica do trauma: o que ficou mal arquivado pode ser reprocessado, em qualquer momento da vida.
Nesta página estão os psicólogos da Psitto que trabalham com traumas; os perfis mostram formação, valor e agenda real.
Nem todo evento difícil traumatiza, e nem todo trauma vem de um “grande” evento. O que define é a marca, não a manchete.
Duas pessoas atravessam a mesma situação; uma segue, a outra fica presa — e as duas reações são legítimas. O que traumatiza depende de idade, apoio disponível, repetição e do significado que a experiência ganhou. Por isso comparar sofrimentos não faz sentido clínico: se ficou marca que atrapalha a vida, é assunto de tratamento.
Um cheiro, um tom de voz, uma data: o gatilho não é o perigo — é o atalho que a memória traumática usa para reviver o perigo antigo. A reação parece desproporcional ao presente porque não é sobre o presente. Mapear os próprios gatilhos, sem se culpar por tê-los, é passo inicial do trabalho.
As abordagens focadas no trauma — como o EMDR e as terapias cognitivas específicas — seguem uma arquitetura comum: primeiro estabilidade e recursos de regulação; depois, o processamento das memórias; por fim, a reconstrução — devolver ao presente o espaço que o passado ocupava. O ritmo é sempre negociado com você.
Culpa indevida, medo de não ser acreditado, a ideia de que “falar piora”: as razões do silêncio são compreensíveis — e costumam ser parte do próprio trauma. Chegar à terapia depois de anos não é atraso moral; é o momento possível. O tratamento funciona também décadas depois.
Por videochamada, do lugar onde você se sente seguro — o que, neste tema, importa: falar de casa, com fones, no seu território, reduz a barreira de começar.
O ritmo é seu: nenhum profissional sério força relato nem acelera etapas. O agendamento é direto pelo site.
O psicólogo conduz a psicoterapia — o centro do tratamento do trauma. O psiquiatra entra quando sintomas como insônia grave, pânico ou depressão pedem suporte medicamentoso em paralelo. Muitos casos usam os dois, em diálogo.
Faz — pesadelos recorrentes sobre o evento são uma das formas clássicas de revivescência, junto com flashbacks e reações a gatilhos. São sinal de memória não processada, e costumam diminuir conforme o tratamento avança.
Técnicas de aterramento ajudam no momento: pés no chão, nomear cinco coisas que vê, respiração alongada — recursos que o psicólogo treina com você nas primeiras etapas, antes de tocar nas memórias. Ter um plano para a crise é parte do método.
Trauma prolongado pode moldar jeitos de ser — desconfiança, hipervigilância, evitação — que a pessoa confunde com ‘personalidade’. A distinção importa e liberta: o que foi adaptação ao perigo pode ser revisto quando o perigo passa.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.
Passo a passo para fazer o agendamento rápido da sua consulta:
Os psicólogos desta página trabalham com traumas — nos perfis você vê a formação, o valor da sessão e a agenda real de cada um.
Comece no seu ritmo: a primeira conversa é só uma conversa.