
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
A Psicologia Positiva é um campo de estudo que foca nos aspectos que promovem o bem-estar, a felicidade e o florescimento humano. Em vez de focar na patologia, ela explora forças, virtudes e emoções positivas. É indicada para quem busca aumentar a resiliência, otimismo, gratidão, propósito de vida, satisfação com a vida e desenvolver seus potenciais.
Durante um século, a psicologia estudou sobretudo o que adoece. A psicologia positiva nasceu para equilibrar a balança: estudar, com método científico, o que faz pessoas e vidas florescerem.
Fundado por Martin Seligman na virada dos anos 2000, o campo transformou perguntas vagas (“o que é felicidade?”) em pesquisa: quais práticas aumentam bem-estar de forma mensurável, o que sustenta relações boas, como forças pessoais são identificadas e usadas. É ciência aplicada — não frase de para-choque.
Como experimentos combinados: identificar as suas forças de caráter e usá-las de forma nova, exercícios estruturados de gratidão e savoring, desenho de rotina com mais engajamento. Tudo testado na SUA semana e revisto em sessão — o critério é o efeito real na sua vida, não o otimismo de fachada.
Psicologia positiva é o estudo da felicidade. A psicologia tradicionalmente se concentra no estudo das disfunções – pessoas com doença mental ou outras questões – e como tratá-las. A psicologia positiva, em contraste, é um campo que examina como pessoas comuns podem se tornar mais felizes e mais satisfeitas.
A abordagem científica da psicologia positiva estuda pensamentos, sentimentos e comportamentos humanos com foco em pontos fortes em vez de fraquezas, construindo o bem na vida em vez de apenas consertar o mal.
As consultas em Psicologia Positiva são orientadas para o desenvolvimento de forças e recursos internos do paciente. O terapeuta e o paciente trabalham juntos para identificar e cultivar emoções positivas, engajamento, relacionamentos significativos, sentido e realização (modelo PERMA). O foco é no que funciona bem na vida do paciente e como isso pode ser amplificado.
São utilizadas técnicas como exercícios de gratidão, visualização de um futuro positivo, identificação de forças de caráter, práticas de mindfulness e desenvolvimento de propósito. O objetivo é construir uma vida mais plena e significativa, não apenas aliviar o sofrimento. O paciente aprende a reconhecer e valorizar seus próprios recursos.
A Psicologia Positiva ajuda a pessoa a desenvolver uma mentalidade mais otimista, a lidar melhor com adversidades, a fortalecer seus relacionamentos e a encontrar maior satisfação em suas atividades. Ela promove o florescimento pessoal, a resiliência e a capacidade de apreciar a vida. É um caminho para construir uma vida mais feliz e com propósito.
Não — isso seria positividade tóxica, que a psicologia positiva séria rejeita: dor real não se maquia com frase motivacional. O trabalho amplia recursos e bem-estar SEM negar as dificuldades; sofrimento continua tendo escuta e lugar.
Não substitui — complementa: em quadros clínicos, o tratamento de base vem primeiro, e as intervenções positivas somam na recuperação e na prevenção de recaída. O profissional integra as frentes conforme o seu momento.
Têm evidência real — efeitos modestos e consistentes sobre bem-estar quando praticados com regularidade e do jeito certo (especificidade, não lista burocrática). Não são mágica: são prática, e o terapeuta ajusta o formato a você.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil ao lado da agenda — o atendimento é por videochamada.
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Se você quer mais do que “não estar mal”, os psicólogos desta página trabalham o bem-estar com ciência — por videochamada.
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