
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
A teoria do apego explica como os primeiros vínculos moldam o jeito de amar, confiar e pedir ajuda pelo resto da vida — e virou uma das lentes mais procuradas da psicoterapia contemporânea.
Se você se reconheceu em descrições de apego ansioso ou evitativo, esta página reúne os psicólogos da Psitto que trabalham com essa base, em atendimento online.
Formação, valor e agenda de cada profissional estão nos perfis.
Formulada por John Bowlby e desenvolvida pela pesquisa de Mary Ainsworth, a teoria descreve padrões de vínculo que se formam cedo e reaparecem nas relações adultas.
O achado mais esperançoso da pesquisa é a chamada segurança conquistada: pessoas com histórias difíceis desenvolvem apego seguro por meio de relações reparadoras — e a relação terapêutica é, por desenho, uma delas. O estilo descreve o seu ponto de partida, não o seu destino.
Mapeando o seu padrão nas relações atuais, ligando-o à história que o formou e usando o vínculo terapêutico como laboratório seguro: é na experiência com o próprio terapeuta que as expectativas antigas (“vão me deixar”, “não posso depender”) são postas à prova e revisadas.
O psicanalista John Bowlby (1907-1990) desenvolveu a teoria que o apego é inato do ser humano. Nós nos aproximamos das pessoas de maneira instintiva para criar vínculos que possam ser úteis tanto para nós quanto para os demais. O bebê, principalmente, procura esses vínculos para sobreviver.
Neste contexto, os relacionamentos interpessoais sustentam-se por conta das necessidades que sentimos.
Por exemplo, o bebê não consegue se alimentar sozinho. Ele depende da mãe para conseguir alimento e, por isso, se apega a ela. Ou seja, as necessidades delimitadas por Bowlby são as mais básicas.
As sessões acontecem durante o tempo determinado e por meio de plataformas populares de videochamada, como Whatsapp, Google Meet ou Zoom. Todo o processo é seguro e sigiloso, uma vez que o sistema é criptografado.
Além disso, a frequência das consultas, bem como os detalhes sobre o atendimento são ajustados conforme a sua necessidade e combinados diretamente com o psicólogo.
Sinta-se à vontade para esclarecer suas dúvidas e priorizar o que for mais confortável para você durante as sessões terapêuticas.
Use como ponto de partida, não como veredito: testes populares simplificam, e padrões de apego variam por relação e por fase da vida. O que muda o jogo não é o rótulo — é trabalhar o padrão com profundidade, o que os testes não fazem e a terapia faz.
Apego não é doença — é padrão aprendido, e padrão aprendido se revisa. Com o trabalho terapêutico, a hipervigilância dá lugar a mais segurança: menos necessidade de confirmar o vínculo a cada hora, mais capacidade de confiar sem se vigiar.
Serve — a orientação de pais com base no apego é uma aplicação clássica da teoria: responsividade, previsibilidade e reparo depois dos inevitáveis erros. Profissionais desta página podem trabalhar a sua história E a sua parentalidade; o perfil indica os públicos que cada um atende.
A dependência emocional costuma ser a face adulta de um apego ansioso não trabalhado — mas não são sinônimos: apego é a lente da história; dependência é um padrão atual de funcionamento. A página de dependência emocional aprofunda esse recorte.
Passo a passo para fazer o agendamento rápido da sua consulta:
Se as suas relações repetem o mesmo roteiro, a lente do apego pode ser a chave — e os psicólogos desta página trabalham com ela por videochamada.
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