
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
A terapia narrativa parte de uma ideia simples e poderosa: nós vivemos as histórias que contamos sobre nós mesmos — e histórias podem ser reescritas. Desenvolvida por Michael White e David Epston, a linha trabalha separando a pessoa do problema e recuperando os capítulos que o enredo dominante deixou de fora. Na Psitto, o atendimento é online.
A Terapia Narrativa pretende ser uma abordagem respeitosa e sem julgamento, de aconselhamento e trabalho comunitário, que centra a pessoa como especialista de sua própria vida.
Ela vê os problemas separados das pessoas e percebe que elas têm muitas habilidades, competências, crenças, valores, comprometimentos e habilidades que vão ajuda-las a reduzirem a influência do problema nas suas vidas.
Três movimentos marcam a prática — e nenhum exige talento literário.
Em vez de “sou ansioso”, a conversa vira “como a ansiedade age na sua vida?”. A mudança parece sutil e não é: separado da identidade, o problema vira algo com que se pode negociar, mapear e enfrentar — em vez de um defeito de fábrica a carregar. É a assinatura da linha, e muda o tom do trabalho desde a primeira sessão.
“O fracassado”, “a difícil”, “o fraco”: rótulos viram lentes, e a lente seleciona só as cenas que confirmam o enredo. O trabalho narrativo caça as exceções — os momentos em que você agiu fora do rótulo — e as usa como fio para uma história alternativa, mais fiel ao conjunto do que você viveu.
A linha usa registros concretos — cartas do terapeuta, declarações, linhas do tempo — que fixam as descobertas no papel. O que fica escrito resiste aos dias ruins: quando o enredo antigo tenta voltar, o documento lembra o que já foi conquistado.
As sessões acontecem por videochamada — e a escrita, marca da linha, circula com facilidade no formato digital. Nos perfis desta página você compara formação e valores e agenda direto pelo site.
Não. A conversa é o centro do trabalho; a escrita, quando entra, é do terapeuta ou em formatos simples, sem exigência de estilo. Ninguém avalia texto: os documentos servem à memória do processo, não à gramática.
Desabafar repete o enredo; a terapia narrativa o examina e o reescreve. O terapeuta faz perguntas que desmontam o rótulo, procura as exceções que contradizem a história dominante e constrói com você uma versão mais completa — desabafo não faz nada disso.
Serve — a externalização é especialmente útil quando o diagnóstico virou identidade (‘eu sou ansioso’, ‘eu sou depressivo’). Em quadros mais graves, o trabalho se integra ao acompanhamento psiquiátrico, como qualquer linha séria.
Muito bem — é uma linha de conversa e escrita, dois recursos que o online transporta sem perda. Documentos e cartas circulam digitalmente, e a sessão acontece de onde você estiver.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.
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