
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
Autoestima é como você se vê e se sente sobre si mesmo. Uma baixa autoestima pode gerar insegurança, medo de julgamento e dificuldade em se relacionar. Afeta a confiança e a capacidade de buscar seus objetivos.
Autoestima não é se achar incrível — é conseguir estar do próprio lado. E essa capacidade, quando faltou, pode ser construída.
Ninguém nasce se depreciando. A voz que diz “você vai errar”, “ninguém te suporta”, “não era para tanto” foi gravada em algum lugar — críticas repetidas, comparações, amor que parecia condicionado ao desempenho. Na terapia, essa voz ganha história e perde autoridade: de verdade absoluta a eco antigo que se aprende a responder.
Repetir frases positivas diante do espelho muda pouco — a autoestima se alimenta de evidência: fazer o difícil, sustentar um limite, terminar o que se começou, tratar-se com respeito num dia ruim. O trabalho terapêutico monta essa espiral: pequenas ações que geram provas, provas que mudam a autoavaliação, autoavaliação que libera ações maiores.
Parece exigência saudável, mas funciona ao contrário: a régua impossível garante o fracasso, o fracasso confirma a autocrítica, e a autoestima paga a conta. Distinguir excelência (fazer bem o que importa) de perfeccionismo (não se perdoar nunca) é virada comum — e libertadora — nesse processo.
Autoestima é uma avaliação positiva ou negativa que uma pessoa faz de si mesma em algum grau a partir de emoções, ações, crenças, comportamentos ou qualquer outro tipo de conhecimento de si próprio.
A autoestima ou valor dado a cada pessoa por si mesma é fundamental para o bem-estar mental e físico de qualquer pessoa, já que a aceitação de si mesmo se reflete em cada aspecto da vida.
Por videochamada, com o profissional que você escolher pelos perfis — formação, jeito de trabalhar, valor e agenda à vista.
O trabalho combina a compreensão da história (onde a autoimagem se formou) com prática presente (como você se trata hoje) — e o progresso se mede na vida, não só na sessão.
Oscilar é humano — o sinal de alerta é a amplitude: quando um erro pequeno derruba tudo, a autoestima está terceirizada nos resultados do dia. O trabalho constrói um chão que amortece as oscilações: o valor deixa de ser refém da última performance.
Costuma ter: registros da voz crítica, experimentos de limite e de exposição, práticas de autocompaixão aplicadas a situações reais. A sessão organiza; a vida entre as sessões é onde a autoestima se refaz.
Muda — para melhor e, às vezes, com turbulência no caminho: quem aprende a se respeitar renegocia relações que dependiam da sua anulação. As que têm base sobrevivem e melhoram; as que não têm ficam visíveis. A terapia acompanha esse rearranjo.
Pode — ‘não me sinto suficiente’ já é ponto de partida completo. Dar nome fino ao que se sente é trabalho da terapia, não pré-requisito para ela.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.
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