
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
A depressão pós-parto é uma condição que afeta algumas mulheres após o nascimento do bebê, causando tristeza profunda, ansiedade, irritabilidade e dificuldade de se conectar com o filho. É uma condição séria que exige atenção e apoio. É um desafio para a maternidade.
A chegada de um bebê mexe com tudo — hormônios, sono, identidade, casamento. Saber diferenciar o que é adaptação do que é quadro clínico é o primeiro cuidado.
O baby blues — choro fácil e humor oscilante nas duas primeiras semanas — é comum e passa sozinho. A depressão pós-parto vai além: tristeza persistente, exaustão que o sono não resolve, desconexão e culpa, por semanas — e pede tratamento. E há o quadro raro e grave da psicose puerperal (confusão, delírios, agitação intensa): esse é emergência médica, atendida no pronto-socorro, não na agenda.
“Eu deveria estar feliz” é a frase que mais adia tratamento. A DPP não é ingratidão nem falta de amor — é um quadro de saúde com base biológica e contextual, comum e tratável. Quanto menos culpa, mais cedo o cuidado; quanto mais cedo o cuidado, melhor para a mãe E para o bebê.
Sem deslocamento, sem sala de espera, sem precisar de rede de apoio para sair: a sessão acontece de casa, no horário possível — inclusive com o bebê por perto, se for o que dá. Para essa fase da vida, o formato por vídeo costuma ser a diferença entre tratar e adiar.
A depressão pós-parto é um dos transtornos de humor mais recorrentes que surgem após a gravidez, afetando possivelmente mais de 10% das mães.
Psicólogos e obstetras concordam em afirmar que a causa primária da depressão pós-parto é a enorme queda hormonal logo após o nascimento do bebê. Há também fatores psicossociais que influenciam no desencadeamento do distúrbio.
As sessões acontecem durante o tempo determinado e por meio de plataformas populares de videochamada, como Whatsapp, Google Meet ou Zoom. Todo o processo é seguro e sigiloso, uma vez que o sistema é criptografado.
Além disso, a frequência das consultas, bem como os detalhes sobre o atendimento são ajustados conforme a sua necessidade e combinados diretamente com o psicólogo.
Sinta-se à vontade para esclarecer suas dúvidas e priorizar o que for mais confortável para você durante as sessões terapêuticas.
Não — faz de você uma pessoa com um quadro de saúde tratável, como tantas outras. Mãe ruim é categoria de culpa, não de clínica; e buscar tratamento é exatamente o gesto de cuidado com o bebê que a culpa diz que falta.
Pode e costuma ajudar — seja em momentos pontuais da sua terapia, seja em espaço próprio: o puerpério mexe com a casa inteira, e parceiros também adoecem nessa fase. Combine o desenho com o profissional.
Pode — a depressão perinatal inclui a gestação, e o acompanhamento preventivo é dos investimentos mais sensatos para quem tem histórico de depressão ou ansiedade. Chegar ao parto já acompanhada muda o jogo.
Se surgirem pensamentos de se machucar ou de machucar o bebê, confusão mental intensa ou desconexão da realidade, procure atendimento imediato — pronto-socorro ou 188 (CVV, a qualquer hora). Esses sintomas têm tratamento e pedem resposta agora, não na próxima consulta.
Passo a passo para fazer o agendamento rápido da sua consulta:
Se o pós-parto está mais pesado do que contaram, as psicólogas e psicólogos desta página atendem por vídeo — no horário que a rotina do bebê deixar.
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