
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
A morte de alguém querido é uma das experiências mais dolorosas da vida. O luto é um processo natural de adaptação à perda, que pode trazer tristeza profunda, raiva, culpa e dificuldade de seguir em frente. É um caminho único para cada um.
A dor da perda não segue calendário nem etiqueta — e algumas das suas faces mais pesadas são justamente as que menos se conversam.
Diagnósticos graves e doenças longas iniciam o luto com a pessoa ainda viva: cuidadores e familiares se despedem aos poucos, misturando dor, exaustão e culpa por sentimentos que parecem proibidos. Esse luto tem nome, é legítimo e se beneficia de acompanhamento — antes mesmo da perda se concretizar.
O primeiro ano após a perda é um mapa de estreias dolorosas — cada data importante reabre a ausência. Saber que essas ondas vêm permite se preparar: decidir com antecedência como passar o dia, com quem estar, que rituais manter ou criar. Na terapia, esse planejamento vira parte do cuidado.
Com verdade simples e sem metáforas confusas — “virou estrelinha” e “foi viajar” costumam gerar medo e fantasia. A criança precisa de informação no tamanho dela, permissão para perguntar e adultos que não escondam a própria tristeza. Quem está enlutado e ainda precisa sustentar os filhos merece suporte em dobro — e pode buscar orientação para essa conversa.
Luto é um processo, um conjunto de reações e emoções, resultado de uma perda muito impactante.
Neste texto, nos centramos no luto associado à morte de um ente querido. Porém, muito do que descrevemos se aplica a situações diversas, nas quais ocorre uma ausência abrupta e definitiva.
A terapia do luto oferece um espaço acolhedor para expressar a dor e processar a perda. O psicólogo ajuda a compreender as fases do luto, a lidar com as emoções intensas e a encontrar formas saudáveis de honrar a memória do ente querido. Através do apoio profissional, é possível ressignificar a perda, encontrar conforto e reconstruir a vida, permitindo que a dor se transforme em saudade e aprendizado.
Não. Cada pessoa enluta do seu jeito e no seu tempo — com choro ou sem, falando muito ou pouco, oscilando entre dias funcionais e dias impossíveis. O acompanhamento não corrige o seu luto: ajuda a atravessá-lo sem se perder nele.
Não — o luto avança em espiral, não em linha reta. Datas, lugares, músicas e até conquistas novas reativam a saudade. A recaída de dor não apaga o caminho já feito; na terapia, ela vira material para entender o que aquela onda está pedindo.
Não é preciso esperar sinal grave — buscar apoio cedo também é legítimo. Mas procure com prioridade se o funcionamento não volta com o passar dos meses, se há culpa que não cede, isolamento crescente ou pensamentos de não querer continuar. Nesses casos, o acompanhamento faz diferença real.
Sem empurrar: esteja presente, nomeie o que observa com carinho e ofereça caminhos práticos — inclusive a facilidade do formato online. E cuide de você: às vezes, quem começa a terapia é quem está ao lado, e a mudança abre porta para o outro.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.
Passo a passo para fazer o agendamento rápido da sua consulta:
Os psicólogos desta página acompanham processos de luto — nos perfis você vê a formação, o valor da sessão e a agenda real de cada um.
A sessão é online, de onde você estiver — inclusive de casa, nos dias em que sair parece impossível.