
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
A cirurgia bariátrica é um procedimento que visa a perda de peso, mas que envolve mudanças significativas na vida do paciente, tanto físicas quanto emocionais. Questões como a relação com a comida, a imagem corporal e a adaptação a novos hábitos podem gerar desafios. É uma jornada de transformação.
A cirurgia transforma o corpo em semanas — mas a relação com a comida, com o espelho e com as pessoas leva mais tempo. É esse descompasso que o acompanhamento psicológico cuida.
Chegar ao centro cirúrgico com expectativas realistas, entendimento do papel emocional que a comida ocupava e um plano para os desafios do pós faz diferença mensurável na adaptação. O trabalho pré-operatório não é burocracia: é alicerce.
Nenhum desses temas é sinal de fracasso — são partes esperadas do processo, com trabalho terapêutico próprio.
Se comer era o consolo, a celebração e o anestésico, a cirurgia fecha essa via sem fechar as necessidades — e é aí que mora o risco de transferir a compulsão para outras saídas. A terapia constrói o repertório substituto: regulação emocional, vínculos, prazeres possíveis — para que o novo estômago não fique carregando função de psicólogo.
A cirurgia bariátrica é um tipo de cirurgia na qual o sistema digestivo é alterado com o objetivo de diminuir a quantidade de comida tolerada pelo estômago ou para modificar o processo natural de digestão, de forma a reduzir drasticamente a quantidade de calorias absorvidas, facilitando a perda de peso.
Por ser um tipo de cirurgia que, na maior parte dos casos, é bastante invasivo, a cirurgia bariátrica geralmente só é indicada como forma de tratamento quando a pessoa já tentou outras formas de tratamento mas sem os resultados esperados, ou quando o excesso de peso coloca a vida em risco.
Por videochamada, no antes e no depois da cirurgia, em paralelo ao trabalho da sua equipe médica e nutricional — o psicólogo integra o time, não o substitui.
Nos perfis você encontra profissionais com experiência no tema; o agendamento é direto pelo site.
As equipes cirúrgicas exigem avaliação psicológica no pré-operatório, e muitas recomendam acompanhamento contínuo. Sobre documentos e pareceres, confirme com o profissional na primeira conversa o formato que a sua equipe solicita.
Quanto antes, melhor o alicerce — alguns meses permitem trabalhar expectativas, relação com a comida e plano para o pós. Mas começar perto da data ainda vale: cada etapa vencida com apoio é risco a menos.
Sim — o reganho tem quase sempre componente emocional e comportamental, e é tratável. Sem culpa: a cirurgia segue sendo ferramenta; a terapia ajuda a retomar o uso dela a seu favor, junto da equipe médica.
O primeiro e o segundo ano concentram as maiores adaptações — físicas, emocionais e sociais — e são o período em que o acompanhamento mais protege. O desenho exato é combinado com o psicólogo conforme a sua evolução.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.
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