
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
O emagrecimento é um processo que vai além da dieta e do exercício físico. Envolve a relação com a comida, as emoções e os hábitos. Dificuldades em manter o peso, compulsão alimentar ou ansiedade podem sabotar o processo. É uma jornada de autoconhecimento.
Se emagrecer fosse só uma conta de calorias, ninguém recomeçaria dieta toda segunda. O que decide o processo, na maioria das histórias, é o que acontece entre a emoção e o prato — e é aí que o psicólogo trabalha.
O padrão costuma ser circular: um desconforto dispara a vontade, a comida traz alívio imediato, a culpa vem em seguida — e a culpa, por sua vez, vira novo desconforto. Dieta nenhuma desmonta esse circuito, porque ele não é nutricional: é emocional. A terapia trabalha exatamente o elo que a dieta não alcança.
Episódios frequentes de descontrole com sensação de perda de comando, compensações e sofrimento intenso com o corpo podem indicar um transtorno alimentar — um quadro que pede avaliação e tratamento próprios. Na primeira conversa, o psicólogo avalia essa fronteira e direciona o cuidado certo.
Emagrecimento é a mudança da composição corporal, quando se mantém ou aumenta a quantidade de massa magra e diminui a quantidade de gordura corporal.
É comum ver pessoas que fazem dieta, treinam e não conseguem entender por que os números na balança não mudam. O fato é que perder peso e emagrecer, apesar de serem constantemente confundidos como sendo a mesma coisa, na verdade possuem algumas diferenças. E essas diferenças não são somente no significado, o impacto no corpo também muda.
As sessões acontecem durante o tempo determinado e por meio de plataformas populares de videochamada, como Whatsapp, Google Meet ou Zoom. Todo o processo é seguro e sigiloso, uma vez que o sistema é criptografado.
Além disso, a frequência das consultas, bem como os detalhes sobre o atendimento são ajustados conforme a sua necessidade e combinados diretamente com o psicólogo.
Sinta-se à vontade para esclarecer suas dúvidas e priorizar o que for mais confortável para você durante as sessões terapêuticas.
Não — prescrição alimentar é trabalho do nutricionista. O psicólogo cuida da outra metade do processo: o comportamento, as emoções e os padrões que fazem qualquer plano alimentar funcionar ou fracassar. As duas frentes se complementam.
Soma — e a combinação é cada vez mais comum. A medicação atua no apetite; a terapia trabalha o que a medicação não muda: a relação com a comida, o corpo e os hábitos que vão sustentar o resultado depois. Sem essa base, a interrupção do remédio costuma cobrar caro.
Pode ser — motivação estética é legítima. A terapia entra quando o padrão se repete (perde-reganha), quando a autocrítica passa do ponto ou quando a relação com o corpo pesa mais do que deveria. O objetivo é seu; o trabalho é tornar o caminho sustentável.
Depende do padrão e do objetivo: há processos focados de alguns meses e acompanhamentos mais longos, quando a relação com a comida carrega história antiga. O ritmo é combinado com o psicólogo e revisto pelo caminho.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil ao lado da agenda — compare os profissionais desta página antes de escolher.
Passo a passo para fazer o agendamento rápido da sua consulta:
Se o seu histórico é de recomeços, o problema provavelmente nunca foi disciplina. Os psicólogos desta página atendem por videochamada.
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