
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
O fim de uma relação importante é um luto — e, como todo luto, tem fases, recaídas e um tempo que não obedece a prazos de fora.
A terapia para término de relacionamento dá estrutura a essa travessia: um espaço regular para organizar a dor, entender o que aconteceu e reconstruir a vida que vem depois.
Os psicólogos desta página atendem por videochamada — escolha um perfil, veja o valor da sessão e agende no seu horário.
Término não é um evento único: é uma sequência — a decisão (sua ou do outro), a ausência no cotidiano, os disparadores que reabrem tudo, a identidade que precisa se refazer. Cada etapa tem o seu trabalho.
Porque junto com a pessoa vão embora rotinas, planos e uma versão de você que existia naquela relação. Quem decidiu terminar também perde — e costuma se cobrar por sofrer, como se a escolha anulasse o luto. Não anula: escolher perder continua sendo perder.
Quando o sofrimento trava a vida — sono, trabalho, autocuidado — por semanas seguidas; quando os pensamentos sobre a relação dominam o dia; quando surgem comportamentos de risco; ou quando você percebe que não quer atravessar isso sozinho. Nenhum desses critérios exige “estar no fundo”: buscar apoio cedo encurta a travessia.
As sessões acontecem durante o tempo determinado e por meio de plataformas populares de videochamada, como Whatsapp, Google Meet ou Zoom. Todo o processo é seguro e sigiloso, uma vez que o sistema é criptografado.
Além disso, a frequência das consultas, bem como os detalhes sobre o atendimento são ajustados conforme a sua necessidade e combinados diretamente com o psicólogo.
Sinta-se à vontade para esclarecer suas dúvidas e priorizar o que for mais confortável para você durante as sessões terapêuticas.
Não há régua universal — o tempo varia com a duração da relação, as circunstâncias do fim e os seus recursos de apoio. O que a terapia observa não é o calendário, e sim o movimento: dor que se transforma é processo; dor idêntica, meses a fio, é sinal de que algo travou.
Tem. Decidir terminar não imuniza contra a perda — só muda o lugar dela. A culpa de quem decide e o sofrimento de quem foi deixado são lutos diferentes, e os dois são legítimos e trabalháveis em terapia.
É comum — e é um dos comportamentos que mais atrasam a elaboração, porque reabre a ferida a cada visita. Na terapia, isso se trabalha sem moralização: entendendo a função do comportamento e construindo, aos poucos, a distância que o luto precisa.
É um luto com contato obrigatório — mais difícil, não impossível. O trabalho inclui separar os papéis (o par acabou; a parceria parental continua), montar acordos práticos e proteger as crianças do conflito enquanto você cuida da sua própria travessia.
Quando a nova relação deixar de ser analgésico e passar a ser escolha — e esse ponto você reconhece melhor com o luto elaborado. A terapia não dita datas: ajuda a distinguir vontade de companhia, medo de solidão e disponibilidade real.
Passo a passo para fazer o agendamento rápido da sua consulta:
Se o fim de uma relação está pesando mais do que você dá conta, escolha um psicólogo desta página e comece ainda esta semana — por videochamada, de onde estiver.
O valor de cada profissional e os horários livres estão no perfil.