
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
O transtorno de compulsão alimentar é marcado por episódios de comer em grande quantidade, com sensação de perda de controle — seguidos, quase sempre, de culpa e vergonha intensas.
Não é gula nem falta de disciplina: é um transtorno alimentar reconhecido, o mais comum deles, e tem tratamento eficaz.
Nesta página estão os psicólogos da Psitto que trabalham com o quadro; os perfis mostram formação, valor e agenda real.
O episódio de compulsão é a ponta visível de um sistema — e é o sistema que o tratamento desmonta.
A fome física cresce aos poucos, aceita opções variadas e passa com a saciedade. A emocional chega de repente, exige um alimento específico, pede urgência — e não se satisfaz, porque o vazio que tenta preencher não é do estômago. Aprender a reconhecer qual das duas está falando é habilidade central do tratamento.
Depois do episódio vêm a culpa e as promessas duras — que aumentam a tensão interna, que pede alívio, que dispara o próximo episódio. A vergonha não é só consequência do quadro: é combustível dele. Por isso o tratamento começa descriminalizando a pessoa — sem abrir mão de tratar o comportamento.
O psicólogo trabalha as emoções, os gatilhos e o padrão; o nutricionista, quando entra, reconstrói a relação prática com a comida; o médico avalia os impactos físicos e conduz medicação quando indicada. O tratamento mais eficaz costuma ser esse time — e o psicólogo ajuda a montá-lo na ordem certa para o seu caso.
Compulsão alimentar é uma doença mental em que a pessoa sente a necessidade de comer, mesmo quando não está com fome, e que não deixa de se alimentar apesar de já estar satisfeita.
Pessoas com compulsão alimentar comem grandes quantidades de alimentos em pouco tempo. Durante o episódio de compulsão a pessoa sente perda de controle, ou seja, ela come sem prazer e vontade.
Por videochamada, de casa — o que, neste tema, é vantagem dupla: privacidade total para falar do que envergonha e trabalho no próprio ambiente onde os episódios acontecem.
O agendamento é direto pelo site, na agenda real do profissional escolhido.
Não — terapia não é consultório de dieta. Alguns profissionais usam registros do CONTEXTO dos episódios (emoção, situação, gatilho), que é diferente de contabilidade de comida. O plano alimentar, quando necessário, é papel do nutricionista.
É um quadro diferente da bulimia, não uma versão leve dela. O transtorno de compulsão alimentar traz sofrimento intenso e impactos reais de saúde por si só — e merece tratamento com a mesma seriedade.
Entra — e costuma ser central. A relação com a comida se forma dentro de uma história: comentários, comparações, dietas precoces. Revisitar essa história sem culpar nem se culpar é parte do caminho para comer em paz.
Com tratamento estruturado, muitas pessoas notam redução na frequência já nos primeiros meses — e o trabalho segue até a relação com a comida e com o corpo se estabilizar. Recaídas pontuais fazem parte e não zeram o progresso.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.
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Os psicólogos desta página trabalham com transtornos alimentares — nos perfis você vê formação, valor e agenda real.
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