
Transtorno Explosivo Intermitente: Sintomas e Tratamento
Explosões de raiva intensas e desproporcionais diante de situações corriqueiras são a marca central do TEI. Reconhecer o padrão é o primeiro passo para um tratamento eficaz.
O transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a regulação da atenção, dos impulsos e do movimento — na infância e, muitas vezes, vida adulta afora. O nome é comprido, mas o essencial cabe numa frase: trata-se de um jeito de funcionar que tem manejo e tratamento, não de um defeito de caráter. Nesta página estão psicólogos que atendem o tema online.
Cada pedaço do nome oficial diz algo útil — e desfaz um mal-entendido comum.
Quem tem TDAH não é incapaz de prestar atenção: é incapaz de escolher onde ela fica. O foco falta na reunião e sobra no assunto que captura; a mente troca de canal sem pedir licença. Entender o transtorno como falha de regulação — e não de esforço — muda o tratamento: em vez de cobrar mais força de vontade, constroem-se estruturas que trabalham a favor do seu cérebro.
No adulto, a hiperatividade raramente é o corpo em disparada — é o motor interno que não desliga: impaciência com filas e conversas longas, pressa crônica, dez abas abertas na tela e na cabeça. Como não aparece, não levanta suspeita — e muita gente atravessa décadas com o diagnóstico passando despercebido.
A medicação, quando indicada pelo psiquiatra, melhora os sintomas nucleares — mas não ensina rotina, não organiza prazos e não repara a autoestima ferida por anos de rótulos como “desligado” e “irresponsável”. Essa é a parte da terapia: estratégias concretas de organização, manejo emocional e a releitura da própria história à luz do diagnóstico.
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.
Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.
Nos perfis desta página você compara formação e valores dos psicólogos que atendem TDAH e agenda direto pelo site. As sessões são por videochamada; havendo psiquiatra no cuidado, o trabalho se alinha ao tratamento em curso.
Sim — é a mesma condição, com nomes de entrada diferentes. Os psicólogos listados em cada página podem variar; vale olhar as duas e escolher o profissional que fizer mais sentido para você.
Não. A terapia pode começar pela queixa — desorganização, prazos perdidos, inquietude. A avaliação formal, como a neuropsicológica, entra quando há dúvida diagnóstica ou necessidade de documento; o próprio psicólogo orienta se e quando fazê-la.
A régua do diagnóstico é tripla: os sinais existem desde a infância, aparecem em vários contextos — trabalho, casa, relações — e causam prejuízo real. Ansiedade, má qualidade de sono e sobrecarga também derrubam a atenção; por isso a avaliação diferencia antes de nomear.
Olha — o impacto relacional é parte do quadro: combinados esquecidos, tarefas pela metade, o parceiro virando lembrete ambulante. O trabalho inclui estratégias para a rotina a dois e, quando útil, sessões de orientação com o casal.
Cada psicólogo define o próprio valor, exibido no perfil antes do agendamento.
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